Mais informação para proteger o mensageiro

133 jornalistas morreram em 2009, de acordo com o International News Safety Institute, e a maioria deles não morreu em guerras, mas em territórios de paz, somente por causa de seu trabalho. Os processos judiciais de nove dentre estes dez assassinatos em todo mundo não chegam aos tribunais. Comunidade Segura falou com Rodney Pinder, que lidera o primeiro instituto a focar a prevenção dos riscos que os jornalistas correm, e acompanha os casos daqueles que morrem no cumprimento de seu dever.

Cinco por cento que fazem diferença

Elas não se sentem diferentes, mas estão fazendo diferença na Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro. Mesmo sendo minoria, as mulheres começam a assumir postos de comando de tropas, aliando competência, segurança e ternura. De acordo com o comandante geral, coronel Mário Sérgio, com exceção de certas missões relacionadas a confronto e força, as mulheres assumem quaisquer funções na PMERJ, e são um diferencial nas Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs).

Twitter: a última fronteira da segurança pública

Falar sobre segurança pública em 140 caracteres. Tarefa difícil? Não é o que parece. São postagens assim – curtas, abreviadas, sintéticas e carregadas de opiniões – que vêm pipocando no Twitter. A rede social que virou o xodó dos internautas brasileiros tornou-se um espaço permanente de discussão sobre segurança pública.

Cannabis sob controle

Membros da Comissão sobre Cannabis da Beckley Foundation apresentaram no Rio o livro "Política sobre Maconha: avançando além do Impasse", no qual afirmam que a proibição à maconha não tem evitado o aumento do consumo mundial. Os pesquisadores propõem um regime controlado, como forma mais eficaz de controlar o consumo e evitar os danos sociais da guerra contra as drogas.

Estratégia de mutirão para a Justiça

Para melhorar a eficiência dos sistemas de segurança, Justiça e carcerário, que são vinculados, mas não se comunicam adequadamente, o Ministério da Justiça, o Conselho Nacional de Justiça e o Conselho Nacional do Ministério Público lançaram a Estratégia Nacional de Justiça e Segurança e Pública (Enasp). As pesquisadoras Elizabeth Süssekind e Jacqueline Muniz comentam a iniciativa.

E depois da legalização?

À medida que aumenta o consenso de que o modelo proibicionista fracassou no seu objetivo de erradicar as drogas da face da terra, cresce a incerteza sobre o passo seguinte que se deve dar para lidar com as drogas. O pesquisador Steve Rolles, da fundação Transform, do Reino Unido, responde a essa questão com uma proposta abrangente de regulação do mercado de drogas.

Maconha na varanda

Cada dia tem mais ‘jardineiros canábicos’ que preferem plantar maconha em suas próprias casas a sair e comprá-la nas ruas. Alguns deles enfrentaram detenções devido a um vácuo na lei que não os castiga com prisão, mas que tampouco regulamenta a atividade. O movimento de autocultivadores germina no Brasil junto a várias polêmicas

Para entender o Haiti, chame os jovens

Palavras fortes podem ser usadas para descrever a história recente do Haiti: revolução, pobreza, desastres naturais, gangues, ditadores, soldados. Para o diretor de pesquisa da organização com sede na Suíça Small Arms Survey, Robert Muggah, no entanto, muitas ideias preconcebidas sobre o Haiti têm que ser revistas. E agora, com a pressão para a reconstrução do país depois que um terremoto o deixou em pedaços - e antes que novas ameaças se tornem realidade com as chuvas que se aproximam - surge a oportunidade.

Livro promove reflexão sobre gestão integrada da segurança

“A grande diferença que sentimos não é relativa ao que mudou, mas que a mudança começou”. A frase, de autoria do ministro da Justiça, Tarso Genro, refere-se aos efeitos da criação dos Gabinetes de Gestão Integrada de Segurança Pública (GGI) para um efetivo controle da violência e da criminalidade no Brasil. A declaração foi dada durante o lançamento do livro “Gabinetes de Gestão Integrada em Segurança Pública: coletânea 2003-2009”, realizado no dia 8 de fevereiro, no prédio do Ministério da Justiça, em Brasília.

Degase: liberdade religiosa ou evangelização?

Nas 22 unidades da instituição onde há assistência religiosa para os adolescentes, há pelo menos uma igreja protestante/evangélica (ou pentecostal) atuando, sendo que em 19 o serviço é prestado por representantes da Igreja Universal do Reino de Deus. A Igreja Católica está presente em 14 unidades e um grupo espírita em quatro. Dados são de pesquisa realizada pelo Instituto de Estudos da Religião (Iser) a pedido do próprio Degase.

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