Região

As maras vistas de perto

Coordenador-executivo do Afroreggae, José Junior viajou para El Salvador para gravar episódio do programa Conexões Urbanas sobre maras e pandillas. Conversou com mareros e ex-mareros, policiais e ativistas sociais. Familiarizado com a realidade dos jovens do Rio de Janeiro que entram para o tráfico, ele contou suas impressões da viagem e fez uma comparação entre a realidade de pandilleros e traficantes.

Costa Rica luta por mais segurança

O ex-vice presidente da Costa Rica, Kevin Casas-Zamora, fala dos desafios que enfrenta a nova presidente Laura Chincilla para manter a segurança no país centro-americano, que começa a sofrer os efeitos da impunidade, corrupção e de ameaças regionais, como o narcotráfico e o crime organizado.

Guatemala: sim para a vida, não para a violência

Progama capacita jovens na Guatemala para que se tornem multiplicadores de uma cultura de paz. Sua missão é replicar a prevenção à violencia armada em suas comunidades, escolas, colônias e igrejas. Todos os anos, são recrutados e formados cerca de cem voluntários.

Estigmatizar os jovens é fugir da responsabilidade

Culpar e reprimir os jovens pela insegurança na América Central é a reação mais comum, mas não vai resolver o problema da violência na região, nem as condições de vida dos integrantes das gangues. Isabel Aguilar, coordenadora regional do programa de Políticas Públicas para Prevenir a Violência Juvenil na América Central (Poljuve), da Guatemala, nos fala sobre algumas soluções justas e duradouras.

Destino tatuado

Pertencer. A uma pandilla, a uma mara, a uma gangue. Este foi o sentimento que move os jovens da América Central observado pelo cineasta Marco Nicoletti durante as filmagens de um documentário para a organização não-governamental Interpeace, da Suíça, que trabalha em vários programas de atenção a jovens de Guatemala, El Salvador e Honduras.

Maras: rota circular São Salvador-Los Angeles

As pandillas se multiplicam nos Estados Unidos e na Europa como alternativa para emigrante jovem. O acadêmico mexicano Juan Carlos Narváez desenvolve uma visão crítica do assunto em seu livro "Rota transnacional: de São Salvador a Los Angeles".

Jovens na mesa de debate sobre drogas

Nós, jovens, devemos ter uma participação significativa na vida política dos governos latino-americanos, pois somos os melhores para descrever nossa própria situação de vida. Porque somos sujeitos de direitos e garantias e porque nos deve ser permitido escolher o que é melhor para nós mesmos de acordo com a nossa própria experiência. Afinal, ninguém mais que o próprio indivíduo pode decidir o que entra em seu corpo e o que faz de sua vida, e isso se aplica aos jovens também.

'Mano dura' não foi eficaz na América Latina

A partir dessa quarta-feira (11), a capital da Nicarágua será o cenário de um interessante debate sobre as estratégias que os organismos de segurança cidadã e a sociedade civil podem aplicar para controlar a crescente violência criminal por parte de grupos juvenis nos países latinos americanos.

Minha vida na rua e na mara

O objetivo principal do presente artigo é apresentar ao leitor a trajetória de Gustavo Cifuentes Castellanos, um jovem guatemalteco que narra sua própria história de vida, contando sobre sua passagem pelas ruas, pelas drogas, pelas gangues e pelos centros de detenção juvenil, até finalmente encontrar uma saída que mudou a sua vida.

As estruturas de controle social na América Central versus a vontade dos jovens de sair da violência

O objetivo do presente artigo é fazer uma reflexão a respeito dos mecanismos de integração e controle social dos jovens que chegam a cometer delitos, como por exemplo, a família, a escola, o mercado de trabalho e os centros de detenção juvenil. O artigo aborda de forma crítica o papel desempenhado pela estrutura estatal dos países do Triangulo Norte em relação aos jovens marginalizados e também propõe mudanças, como um maior investimento em políticas públicas que visem à prevenção do problema da delinqüência juvenil.

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