Mediação de conflitos

Escolas de perdão para analfabetos emocionais

Na maioria das escolas ao redor do mundo, as crianças aprendem a somar e a subtrair; a ler e a escrever; a competir e sobressair, mas não aprendem a amar, a perdoar ou a ter compaixão pelos demais.

Para o padre olombiano Leonel Narváez, este analfabeto funcional em que se converteu o ser humano é, em grande medida, o responsável pelos ciclos de ressentimento e violência em que vivem imersas diversas sociedades. Narváez é um dos criadores da Fundação para a Reconciliação, cuja sede fica em Bogotá.

Um outro paradigma de justiça

Justiça Restaurativa, aplicada no Brasil desde 2005, lida com as consequências do ocorrido, reparando os danos causados e restaurando as relações sociais feridas.

Policiais fazem mediação de conflitos

Graças ao Projeto Mediar, em 2008 11% das queixas registrados na Delegacia Regional Leste, em Belo Horizonte, Minas Gerais, não geraram abertura de inquérito policial. Diminuição das ocorrências permite que policiais se dediquem à apuração de casos mais graves.

Paz no meio do fogo cruzado

David Zarembka, fundador da African Great Lakes Initiative e chefe das suas equipes Friends of Peace descreve os esforços para ouvir e promover a reconciliação entre vítimas e agressores, durante a recente crise interna no Quênia.

Futebol popular, sociedade anônima

Futebol Popular Argentina

Liga de Futebol Popular em Buenos Aires junta 20 equipes de organizações populares de sete localidades. Fazendo um trabalho voluntário, adultos abrem espaço para as crianças e adolescentes desde o momento em que definem as regras das partidas até o grito de gol.

Lógica do ganha-ganha na resolução de conflitos

Comunidade de Pedreira Prado Lopes

Programa Mediação de Conflitos da Secretaria de Estado e Defesa Social de Minas Gerais já realizou mais de 48 mil atendimentos nos 35 núcleos espalhados pelo estado desde a sua implantação em 2005.

Três experiências na transformação de conflitos

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'Não acreditamos em medidas repressivas de segurança. Acreditamos em um novo paradigma: a transformação de conflitos', afirma J. Laffitte, diretor da AFSC Latin America, organização que coordena experiências inovadoras no México, na Colômbia e no Peru.

Mulheres que fazem a paz contam a história

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'Foi um processo longo e difícil', diz o grupo Kup Women for Peace Leaders, em entrevista exclusiva, direto da Papua-Nova Guiné. 'Oito anos de mudança de mentalidade e comportamento. Nós queremos que as pessoas pensem o desenvolvimento – não o conflito'.

Lutas sem violência. Na tela do computador

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Criado para treinamento em estratégias não-violentas, o jogo A Force More Powerful tem despertado interesse por mostrar que a não-violência pode ser um “meio realista, pragmático e eficiente” contra a opressão.

DDR: como acabar com a máquina de guerra

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Presentes em mais de 12 países, os Programas de Desarmamento, Desmobilização e Reintegração são indicados para desfazer conflitos, restaurar a confiança e dispôr potencial humano para o desenvolvimento. A questão é: funciona?

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