Artigo de Ivan Dario Ramirez Adarve, coordenador do projeto Infânica, conflito armado e violência armada organizada, da Corporação Paz e Democracia, mostra que a história pessoal dos jovens colombianos em risco está intrinsecamente ligada à violência armada organizada, assim como aos programas governamentais para a redução da mesma.
Sou a irmã caçula de sete irmãos. Aos 13 anos ingressei no mundo das drogas alucinógenas, das bebidas e nesse mundo de curiosidades, adrenalinas, dor e de morte.
Este artigo descreve o projeto Tambou Lapè, cujo objetivo é a redução da violência na comunidade área de intervenção do Viva Rio, em Port-au-Prince, Haiti. O acordo de paz assinado entre bases rivais e os lucros resultantes da pacificação da zona representm uma experiência positiva na gestão de conflitos e saída dos jovens envolvidos na violência armada.
Este artigo trata da história de um jovem haitiano que foi mandado pela mãe para a República Dominicana para que não se envolvesse com a violência armada. No entanto, retornou ao seu país de origem por não ter se adaptado ao novo ambiente. De volta ao Haiti, acabou se envolvendo com a banda de sua área, sendo preso e prometendo a sua mãe que se reabilitaria.
O objetivo principal do presente artigo é apresentar ao leitor a trajetória de Gustavo Cifuentes Castellanos, um jovem guatemalteco que narra sua própria história de vida, contando sobre sua passagem pelas ruas, pelas drogas, pelas gangues e pelos centros de detenção juvenil, até finalmente encontrar uma saída que mudou a sua vida.
O objetivo do presente artigo é fazer uma reflexão a respeito dos mecanismos de integração e controle social dos jovens que chegam a cometer delitos, como por exemplo, a família, a escola, o mercado de trabalho e os centros de detenção juvenil. O artigo aborda de forma crítica o papel desempenhado pela estrutura estatal dos países do Triangulo Norte em relação aos jovens marginalizados e também propõe mudanças, como um maior investimento em políticas públicas que visem à prevenção do problema da delinqüência juvenil.
São inúmeros os argumentos daqueles que defendem a redução da maioridade penal. Contudo, ela não é a panacéia que todos almejam. O ECA vê a criança e o adolescente como pessoas em condição peculiar de desenvolvimento, necessitando de proteção diferenciada, especializada e integral.
'O que queremos dizer quando denunciamos a violência de gangues?' Em artigo exclusivo para o Comunidade Segura, John Hagedorn discute as conseqüências do uso do termo gangue em políticas e pesquisas sobre violências praticadas por jovens.
Uma das vertentes mais trágicas dos crimes ligados ao tráfico de seres humanos envolve os jovens na situação de vítimas. E os jovens aliciados hoje são os futuros aliciadores.