Nas 22 unidades da instituição onde há assistência religiosa para os adolescentes, há pelo menos uma igreja protestante/evangélica (ou pentecostal) atuando, sendo que em 19 o serviço é prestado por representantes da Igreja Universal do Reino de Deus. A Igreja Católica está presente em 14 unidades e um grupo espírita em quatro. Dados são de pesquisa realizada pelo Instituto de Estudos da Religião (Iser) a pedido do próprio Degase.
Propostas em "Pescadores de Homens - O perfil da assistência religiosa no sistema sócio-educativo do Rio de Janeiro", estudo do Iser coordenado por Pedro Simões.
As pandillas se multiplicam nos Estados Unidos e na Europa como alternativa para emigrante jovem. O acadêmico mexicano Juan Carlos Narváez desenvolve uma visão crítica do assunto em seu livro "Rota transnacional: de São Salvador a Los Angeles".
O modelo de Justiça Juvenil do estado do Missouri revolucionou o sistema de detenção juvenil nos EUA. Menos dispendioso e violento que a carceragem tradicional, o modelo também reduz significativamente taxa de reincidência e inspira iniciativas semelhantes em vários estados dos EUA. À frente desta mudança, está Mark Steward.
Projeto desenvolvido pela parceria da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro com o Grupo Cultural Afroreggae leva temas como bullying, violência doméstica, uso da internet, corrupção policial e drogas até escolas, faculdades, igrejas, abrigos para jovens e empresas do Rio.
Principais atores e vítimas da violência, jovens são conclamados a falar de sua situação e assim ajudar a traçar caminhos para a construção de políticas públicas eficazes para a juventude. Esse diálogo tem sido promovido por ONGs e instituições de pesquisa com o apoio do Governo Federal, através do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci).
Mais do que por dinheiro, crianças e jovens hoje entram para o tráfico de drogas para ostentar armas e garotas, que lhes conferem poder e status social na comunidade, conclui pesquisa do Unicef e da Universidade Candido Mendes lançada nesta segunda-feira, 21 de dezembro.
Das 266 cidades brasileiras com mais de 100 mil habitantes, apenas 10 apresentam um elevado grau de vulnerabilidade dos jovens de 12 a 29 anos à violência. Dessas, nenhuma é capital, embora muitas pertençam às regiões metropolitanas de seus estados. Além disso, embora a maioria dos jovens brasileiros tenha baixo risco e histórico de convívio com a violência, quase um terço desse grupo ainda enxerga esse mal como parte do seu cotidiano.
Artigo de Ivan Dario Ramirez Adarve, coordenador do projeto Infânica, conflito armado e violência armada organizada, da Corporação Paz e Democracia, mostra que a história pessoal dos jovens colombianos em risco está intrinsecamente ligada à violência armada organizada, assim como aos programas governamentais para a redução da mesma.