A Caravana Comunidade Segura 2009 está percorrendo o Brasil pela sexta vez, só que pela primeira vez passando por todas as 27 capitais do país. Seus objetivos principais são a qualificação do debate sobre segurança pública e a aproximação de atores públicos e sociais, uma tendência nacional que vem se consolidando por vários processos paralelos e caminha para seu clímax na Conferencia Nacional de Segurança Pública em Agosto.
A América Latina é a região onde as políticas de controle de armas mais progrediram e é, também, uma das regiões mais afetadas pela violência armada no mundo, mesmo sem os países estarem em guerra.
O Haiti é um país em processo de contrução da paz, da democracia e da segurança pública. Este dossiê reúne mostras de esforços pela consolidação dos direitos humanos no país e aponta para um futuro melhor para a população haitiana.
Neste dossiê reunimos material para avaliar melhor as leis nacionais com relação ao controle de armas na Cômbia, um país que conseguiu reduzir a taxa de homicídios de 29 mil em 2002 para pouco mais de 17 mil em 2006.
Quanto mais tiros disparados, maior a probabilidade de existirem vítimas das armas de fogo. Para combater o fenômeno das balas perdidas e diminuir o número de vítimas fatais, especialistas defendem o treinamento dos policiais em técnicas que evitem os disparos e que se dê preferência a armas com menor poder de fogo.
Com mais de dois milhões e meio de deslocados e 14 mil crianças que se estima terem sido recrutadas pelos grupos irregulares, o país busca sair de um conflito interno que dura mais de 40 anos.
Existem hoje no mundo cerca de 600 milhões de armas pequenas e leves. Todos os anos são produzidas mais oito milhões. A falta de controle sobre as transferências internacionais de armas permite que elas alimentem conflitos, repressão, crimes e abusos dos direitos humanos.
O Estatuto do Desarmamento brasileiro, que entrou em vigor em dezembro de 2003, define normas para fabricação, registro, uso e transporte de armas e munições
Em 2001, as Nações Unidas realizaram a primeira conferência internacional sobre a questão das armas pequenas O resultado foi a criação de um acordo global, não vinculante, o Programa de Ação (PoA) para prevenir, combater e erradicar o comércio ilícito de armas pequenas e leves em todos os seus aspectos