Elas não se sentem diferentes, mas estão fazendo diferença na Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro. Mesmo sendo minoria, as mulheres começam a assumir postos de comando de tropas, aliando competência, segurança e ternura. De acordo com o comandante geral, coronel Mário Sérgio, com exceção de certas missões relacionadas a confronto e força, as mulheres assumem quaisquer funções na PMERJ, e são um diferencial nas Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs).
Para melhorar a eficiência dos sistemas de segurança, Justiça e carcerário, que são vinculados, mas não se comunicam adequadamente, o Ministério da Justiça, o Conselho Nacional de Justiça e o Conselho Nacional do Ministério Público lançaram a Estratégia Nacional de Justiça e Segurança e Pública (Enasp). As pesquisadoras Elizabeth Süssekind e Jacqueline Muniz comentam a iniciativa.
“A grande diferença que sentimos não é relativa ao que mudou, mas que a mudança começou”. A frase, de autoria do ministro da Justiça, Tarso Genro, refere-se aos efeitos da criação dos Gabinetes de Gestão Integrada de Segurança Pública (GGI) para um efetivo controle da violência e da criminalidade no Brasil. A declaração foi dada durante o lançamento do livro “Gabinetes de Gestão Integrada em Segurança Pública: coletânea 2003-2009”, realizado no dia 8 de fevereiro, no prédio do Ministério da Justiça, em Brasília.
A população de Belo Horizonte ganhou uma ferramenta que mapeia a criminalidade na cidade. Lançado há dois meses, o Programa Virtual de Georreferenciamento de Homicídios da Secretaria de Estado da Defesa Social (SEDS) permite o acesso público às estatísticas completas de onde ocorreram todos os assassinatos da capital. Os crimes podem ser visualizados numa espécie de painel por rua e bairro, com dados diferenciados referentes ao mês, idade e sexo das vítimas.
Projeto desenvolvido pela parceria da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro com o Grupo Cultural Afroreggae leva temas como bullying, violência doméstica, uso da internet, corrupção policial e drogas até escolas, faculdades, igrejas, abrigos para jovens e empresas do Rio.
Complexo residencial na capital de Alagoas que registrava altas taxas de homicídios foi escolhido como uma das três áreas prioritárias para receber recursos do Pronasci. A implementação de projeto de policiamento comunitário com a estratégia voltada para a prevenção de delitos aproximou a polícia da população e diminuiu a violência.
Criminosos são loucos? Não, porque são pragmáticos, diz psiquiatra. A prisão corrige? Não, é uma pós-graduação do crime, diz delegado. Reprimir o tráfico resolve? Não, só gera mais violência, diz coronel da PM. Sistema criminal vira réu em seminário sobre criminologia realizado no Rio de Janeiro.
A partir dessa quarta-feira (11), a capital da Nicarágua será o cenário de um interessante debate sobre as estratégias que os organismos de segurança cidadã e a sociedade civil podem aplicar para controlar a crescente violência criminal por parte de grupos juvenis nos países latinos americanos.
Estrutura precária, mau uso do espaço e descomprometimento com a população são alguns dos problemas evidenciados por cidadãos que participaram da Semana de Visitas a Delegacias promovida pela ONG Altus e o Cesec. Nossa repórter Marina Lemle participou como voluntária de visitas a três delegacias da Zona Sul do Rio e conta suas impressões.
A estratégia atual para lidar com altos níveis de reincidência entre jovens delinquentes nos Estados Unidos é procurar formas de reduzir a sua exposição ao cárcere. Penitenciárias estão lotadas e caras, cada vez mais, a solução é procurar trazer esses jovens mais próximos a suas casas.